Hot Blade 2021 “permite que consigamos treinar e desenvolver competências que não conseguiríamos de outra forma”

O Destacamento Português presente no Hot Blade 2021 conta com a participação de duas esquadras de helicópteros, a Esquadra 552 – “Zangões, a operar dois AW119 “Koala”, e a Esquadra 751 – “Pumas”, que participa com dois EH-101 Merlin.

Para o Piloto Aviador, Capitão Luís Dias, da Esquadra 552, as vantagens que um exercício como o Hot Blade 2021 oferece, passam pela possibilidade de “pôr em prática e testar as táticas, técnicas e procedimentos, bem como aumentar o nível de conhecimento e proficiência em missões de cariz tático”. Os Zangões, como são chamados, são a única Esquadra Portuguesa a operar um helicóptero ligeiro.

A participar neste exercício está também a Esquadra 751 – “Pumas”, que vê no Hot Blade 2021 a possibilidade de se ver envolvida em missões de cariz mais tático do que aquele que estão habituados, pelo facto das missões de Busca e Salvamento serem as que mais recursos consomem à Esquadra.

Por esse motivo o Hot Blade 2021 assume aqui um papel importante, conforme explica o Piloto Aviador, Major Daniel Silva, Comandante do Destacamento da Esquadra durante o exercício, “o dispositivo nacional de busca e salvamento consome praticamente todos os nossos recursos humanos e materiais, o que limita o nosso desenvolvimento e o treino das competências táticas ao longo de todo o ano. Este exercício permite que consigamos treinar e desenvolver todas essas competências que não conseguiríamos de outra forma.”

Da Força Aérea Portuguesa participam também as Esquadras 201 – “Falcões”, 301 – “Jaguares” e a Esquadra 601 – “Lobos”.