Mecânicos do Hot Blade 2021

Não só nas missões e treinos operacionais se treina a interoperabilidade e partilha de conhecimentos, também para os mecânicos do Hot Blade é uma oportunidade de ver e até aprender diferentes métodos de fazer as coisas, tal como refere o mecânico do Destacamento Austríaco, Rudolf Klein, “no meu trabalho, como técnico, nós aprendemos um pouco todos os dias”.

As dificuldades de se trabalhar em diferentes climas e com diferentes pessoas é também algo que contribui para um melhor desenvolvimento pessoal e profissional, como garante o mecânico Esloveno “o que fazemos aqui é completamente diferente do que fazemos no nosso país”.

Mesmo para os mecânicos portugueses, das Esquadras 552 – “Zangões” e 751 – “Pumas”, já habituados ao clima e a todo o ambiente envolvido, o Hot Blade acaba por ser desafiante na medida em que muitas vezes são levados a executar funções que num outro contexto não fariam, conforme explica Alino Mascarenhas, inspetor mecânico de eletricidade no EH-101 Merlin.

Também a partilha entre diferentes culturas ganha importância, não só no contexto profissional, mas também no pessoal, que o diga o 1.º Cabo Galopim, da Esquadra 552 – zangões que afirma que “a aprendizagem vem também disso mesmo, de conviver com outras culturas”.

Com tudo isto, o crescimento e a partilha de conhecimentos é fundamental para o desenvolvimento dos profissionais que participam no Hot Blade 2021, cumprindo um dos propósitos dos exercícios “Blade”, tornar as nações participantes mais unidas.